terça-feira, 12 de julho de 2011

No Sportv, Leandrinho esclarece o episódio da sua ausência

Depois de uma manhã turbulenta, com troca de farpas entre os dois lados sobre o episódio da dispensa, Leandrinho deu uma entrevista ao Sportv que, pelo menos para mim, acabou elucidando alguns pontos importantes.

Ele repetiu que está com um problema crônico no pulso (ficará em repouso absoluto até setembro, sem sequer bater bola) e que sofreu pressão da diretoria do Toronto Raptors. Até aí, nenhuma novidade.

No entanto, no penúltimo bloco do programa, acabou admitindo que esperou até o último momento (mais exatamente até 2 dias antes da data marcada para apresentação) para comunicar a sua ausência do Pré-Olímpico. Ou seja, a CBB já sabia, desde março, que era muito difícil contar com o atleta, mas ainda não tinha sido comunicada da ausência do jogador. E, cá entre nós, existe um abismo enorme separando o "dificilmente jogarei" do "não jogarei".

Dessa história toda, tiro duas conclusões:

1 - A CBB errou, e feio, ao não procurar o jogador durante todo o tempo em que ele ficou de férias no Rio de Janeiro para atualizar a situação. Nesse caso, volto a questionar, por que Vanderlei Mazzuchini, que está na CBB basicamente para isso, não entrou em contato com o atleta?

2 - Leandrinho também pisou na bola ao não definir sua posição com maior antecedência. Afinal, já que o problema é tão sério e que existe desde o início do ano, poderia ter confirmado a sua ausência assim que a convocação foi publicada, ou mesmo antes disso, evitando todo esse constrangimento. Pior, diante da repercussão negativa do aviso em cima da hora, passou a divulgar que já tinha comunicado Rubén Magnano e a CBB sobre a ausência em março (nesse ponto, volto a frisar, Leandrinho precisa urgentemente de alguém para assessorá-lo. Varejão precisou tomar a mesmíssima decisão do jogador do Toronto Raptors, mas não está sendo alvo de críticas, um bom exemplo de que uma boa assessoria de comunicação não apenas é útil, como necessária).

Enfim, tomara que todas as partes envolvidas aprendam lições com o episódio, e que a carreira de Leandrinho na seleção brasileira não seja afetada por toda essa trapalhada.

O fantástico caso de Leandrinho

Tenho evitado o assunto aqui no Giro no Aro, mas a coisa começou a ficar tão surreal, com novas notícias e declarações chegando a cada instante, que não dá para deixar de abordar esse imbróglio envolvendo Leandrinho e a seleção brasileira.

Para quem não está acompanhando, reproduzo alguns trechos de declarações veiculadas na mídia nos últimos meses:

Dia 26/04/2011 - Leandrinho declara ao GE.com "- Eu não posso garantir nada. Vai ter greve lá na NBA em junho e não se sabe quanto tempo vai durar. Muitos falam que vai até dezembro, e tem gente que diz que vai ser a temporada toda. Se tiver greve, não vou poder fazer a cirurgia. Mas sei que vou precisar ficar seis meses parado quando a fizer. Estou esperando para ver o que vai acontecer. Espero que tudo se resolva, e eu possa estar com a seleção. Mas, se não puder, eu também tenho que cuidar de mim".

Dia 12/06/2011 - Rubén Magnano em entrevista ao Giro no Aro, perguntando se algum jogador já havia pedido dispensa. "Felizmente, hoje, não devo falar isso. Felizmente. Agora, só saberemos isso ao certo, não apenas no dia da convocação, mas sim no dia 4 de julho, quando ocorrerá a apresentação da seleção. Aí realmente saberemos os jogadores que falarão sim e os jogadores que falarão não".

Dia 04/07/2011 - Nota oficial de Leandrinho no site da CBB, no dia da apresentação da seleção brasileira: "Agradeço a Confederação Brasileira de Basquete, mais uma vez, pela confiança e consideração de me convocar para jogar na Seleção Brasileir,a na Temporada 2011. Lamento informar que por causa de motivos particulares e pessoais, desta vez não vou poder atender a esta convocação. E sempre será, para mim, acima de tudo, motivo de orgulho e honra vestir a camisa da Seleção Brasileira. Agradeço mais uma vez a consideração e a confiança que esta instituição tem depositado em mim ao longo destes 10 ANOS de participação representando a Seleção Brasileira, e espero que a CBB possa entender.'

Dia 09/07/2011 - Declaração de Arthur Barbosa, irmão e empresário de Leandrinho, ao Blog Bala na Cesta: "Há mais de duas semanas o Leandrinho falou com a CBB, e eles sabiam que ele não participaria do Pré-Olímpico. Então, repito, não há nada de novo – inclusive ele iria se apresentar em São Paulo e já tinha até passagem de avião comprada pela própria Confederação, mas por determinação dela, Confederação, acharam melhor que o Leandro não se apresentasse. Mas, insisto, eles já estavam sabendo que ele não iria participar, e pediram que fosse enviado um e-mail pra justificar a não ida. E foi isso que foi feito na segunda-feira (4 de julho), mesmo não havendo respaldo da entidade para com o meu irmão (...) Provavelmente o Rubén ficou desolado, e é compreensível, mas, por favor, não vamos esquecer que este comunicado foi feito lá atrás, em março de 2011. Está havendo falta de comunicação entre a própria CBB".

Dia 12/07/2011 - Declaração de Leandrinho Barbosa ao site Lance: "Eu ia me apresentar. Mas, quando disse que ia, a CBB afirmou que era melhor eu não ir, pois seria um desgaste. Então, pediram para eu mandar e-mail, dizendo que estava com problemas pessoais e não poderia me apresentar. Foi isso o que aconteceu. A CBB sabia há meses, desde a época em que o Magnano me visitou nos Estados Unidos, o que acontecia. (...) Eu estava para vir para o Flamengo. Não vim, porque precisava de um tempo maior de descanso."

Bem, a coletânea de declarações, como se vê, deixa mais interrogações do que respostas. As principais:

1. Se Leandrinho de fato pediu dispensa categoricamente em março, por que continuava a declarar em diversos veículos de imprensa que havia uma chance de disputar o Pré-Olímpico?

2. Se Leandrinho de fato pediu dispensa categoricamente em março, por que Rubén Magnano afirmou em junho que nenhum jogador havia pedido dispensa da seleção?

3. Por que a CBB nunca se pronunciou sobre esse suposto pedido de dispensa feito em março?

4. Por que Leandrinho não inseriu em sua nota oficial de dispensa o fato de que aquela era apenas uma ratificação de uma posição já anunciada meses antes?

5. Como o jogador cogitou jogar no Flamengo, se teria recebido um veto do Toronto Raptors feito em março?

6. Por que razão a cirurgia no punho ainda não foi feita, já que o jogador está há meses sem atividade? Afinal, esta cirurgia ainda será feita? Quando?

Ora, que a CBB é uma entidade sem qualquer transparência, todos estamos cansados de saber. No entanto, já passou da hora de Leandrinho buscar uma assessoria de comunicação que garanta, ao menos, um mínimo de coerência em suas declarações. Tal como ocorreu no episódio da pelada em NY, Leandrinho não tem precisado da contribuição da CBB para se desgastar com o público. 

É bom que fique claro, há um bom tempo a falta de clareza nas declarações vem chateando mais os basqueteiros do que as ausências dos jogadores em si. Se Leandrinho tivesse pedido dispensa publicamente e oficialmente em março, dificilmente o tema estaria em pauta hoje.

Por fim, cabe questionar: O que diabos faz Vanderlei Mazzuchini na CBB? O ex-atleta da seleção brasileira, amicíssimo e ex-companheiro de Bauru de Leandrinho, foi contratado justamente para fazer a ponte entre os jogadores da seleção brasileira, comissão técnica e os dirigentes. Em 2009, conforme amplamente noticiado, Vanderlei bateu de frente com o técnico Moncho Monsalve, em plena conquista da Copa América. O fato acabou resultado na saída prematura do espanhol, que vinha fazendo um excelente trabalho na seleção brasileira. Agora, em 2011, se havia alguém que poderia e deveria ter evitado todo este mal estar, este alguém chama-se Vanderlei Mazzuchini.

Peter John Ramos preocupa Porto Rico

Apesar de o assunto estar sendo tratado com discrição, Peter John Ramos começa a virar motivo de preocupação para a seleção de Porto Rico, segundo sustenta o jornal local Primera Hora. O pivô estaria com uma hérnia na virilha que poderá deixá-lo de fora do Pré-Olímpico de Mar Del Plata.

Ramos estaria atuando no sacrifício durante toda a temporada. Ele atualmente disputa as semifinais da liga de seu país pelo Quebradillas e se, ao fim da temporada, precisar de fato operar, ficará de molho por um período que varia de 3 a 6 semanas. Assim, o pivô corre o risco de perder praticamente toda a preparação para o torneio continental que começará no dia 30 de agosto.

No alto de seus 2,21 metros, Peter J. Ramos seria um desfalque literalmente gigantesco para os porto-riquenhos. Apesar de o seu estilo de jogo não ser considerado dos mais bonitos, o grandalhão costuma causar estragos nos garrafões adversários.

domingo, 10 de julho de 2011

Olho no Abnner, o maranhense

Este final de semana não foi de decisão apenas para a elite da categoria Sub15 no país. Além da 1a divisão que foi disputada em Santa Catarina, a 3a divisão do Campeonato Brasileiro conheceu o seu campeão: o Maranhão.

A competição envolveu apenas equipes do Norte e do Nordeste, mas acabou sendo realizada em Brasília, numa economia de custos que certamente não ajuda popularização da modalidade nas duas regiões.

Apesar do resultado exuberante na final (Maranhão 72 x 26 Alagoas), o torneio foi mais disputado do que o usual. Nenhum time saiu invicto e, com exceção de Acre e Amazonas, todas as equipes conquistaram pelo menos 2 vitórias no campeonato.

Considerando somente os números disponibilizados no site da CBB, a 3a divisão do Campeonato Brasileiro revelou pelo menos dois jogadores: Breno, da seleção baiana (21 pontos, 18,2 rebotes e 4,6 tocos por partida) e, principalmente, Abnner dos Santos da seleção do Maranhão (39 pontos, 17 rebotes, 4,8 roubadas e 3 tocos por partidas).

Os números do jovem campeão maranhense são absurdos mesmo considerando o nível costumeiramente baixíssimo da competição. Esse garoto, então com 14 anos, foi um dos principais destaques da 2a divisão do Campeonato Brasileiro Sub15 de 2010 (16 pontos e 8 rebotes de média). Agora, um ano mais velho, e numa divisão abaixo, teve números para deixar Jonas Valanciunas com inveja.

Não estou pretendo insinuar que o garoto seja um fenômeno nacional...é até provável que não seja. Mas não estamos e nunca estivemos em condições de desperdiçar talentos no basquete brasileiro, mesmo os "não fenomenais". Afinal, para quem não sabe jogar basquete, 39 pontos por partida é difícil de anotar até quando não há oponente do outro lado da quadra.

Seria legal se a CBB tivesse uma atenção especial com esses garotos. Se é para existir uma seleção de desenvolvimento no país, que ela exista para atender esses garotos, que não têm qualquer condição de disputar competições de nível em seus estados de origem.

Com atleta cortado da seleção brasileira no comando, SP é campeão Sub15

Cerca de dois meses depois de ficar com a medalha de prata no Sul-Americano Sub15 no Paraguai, a geração de atletas nascidos a partir de 1996 voltou a competir. Defendendo as suas respectivas seleções estaduais, os atletas da categoria disputaram a 1a divisão do Campeonato Brasileiro, em Jaraguá do Sul (SC), e São Paulo acabou ficando com o título ao derrotar os anfitriões na final.

Vários garotos que estiveram com a seleção brasileira em maio marcaram presença em Santa Catarina. Por exemplo, o armador Lucas Vezaro, cestinha do Sul-Americano Sub15 e irmão de Felipe Vezaro (seleção Sub19), foi um dos principais destaques do time catarinense, juntamente com o pivô Lucas Rosniak (número 13 na foto abaixo). Ambos atuam nas divisões de base do em Joinville, Vezaro na AABJ e Rosniak no Joinville.

Dos paulistas que estiveram no Paraguai, só a dupla de pivôs Leonardo Bispo (Pinheiros - número 13, na foto ao lado) e Leonardo Oliveira (Limeira) brilhou em Santa Catarina. Na verdade, o cestinha e principal destaque da equipe campeã foi Kaue dos Santos (Internacional/Santos - na foto acima, de amarelo) que, sabe-se lá por que motivo, ficou de fora da seleção brasileira. Vale dizer, esse garoto vem sendo o principal pontuador de todos os torneios de base de São Paulo. Na final, Kaue anotou 35 pontos (12 acertos em 16 arremessos de quadra) e 10 rebotes, um monstro.

A seleção do Rio de Janeiro, medalha de bronze, foi liderada por Pablo (Fluminense). Já os gaúchos, que ficaram com a quarta colocação, foram liderados por Fernando Buboltz (Projeto Cestinha).

Vale a pena ficar ligado nesses nomes. Afinal, daqui a alguns anos, começarão a abastecer as nossas equipes adultas.

sábado, 9 de julho de 2011

Sub19 derrota a Letônia e termina Mundial na 9a colocação

Neste sábado, a seleção brasileira sub19 encerrou a sua participação no Mundial 2011. A equipe derrotou os anfitriões na disputa pela 9a colocação do torneio, por 81 x 73.


Apesar de o resultado final no torneio certamente não ter sido esperado pelos garotos e pelos torcedores, a seleção brasileira teve uma participação mais do que digna, num Mundial equilibradíssimo. E se em 2007, também sob o comando de José Neto, a seleção brasileira conseguiu uma posição (4o lugar) superior à campanha (4 vitórias e 5 derrotas), dessa vez o resultado foi o oposto, uma 9a colocação que veio através de 5 vitórias e apenas 3 derrotas, todas apertadas, sendo que duas delas vieram através de cestas improváveis.

Em torneios de "tiro curto" e cheio de quadrangulares é assim mesmo que funciona. Ou você é bom suficientemente para derrotar todos os adversários, ou você passa a depender de inúmeros outros fatores para seguir no torneio, entre eles a sorte.

Mas não dá para culpar apenas o destino, mesmo porque chega um momento na competição em que o time sabe exatamente o que é necessário fazer, e na Letônia, já entramos em quadra sabendo que não poderíamos perder para a Argentina.

De qualquer forma, vale a pena conferir um comparativo da atual campanha com a do Mundial 2007:

Mundial 2007
83 x 67 Líbano
73 x 98 França
81 x 75 Lituânia
75 x 87 Sérvia
65 x 104 EUA
89 x 77 China
73 x 72 Austrália
74 x 89 Sérvia
67 x 75 França

Mundial 2011
78 x 81 Rússia
79 x 70 Polônia
56 x 97 Tunísia
88 x 73 Letônia
57 x 63 Austrália
69 x 71 Argentina
77 x 63 Egito
81 x 73 Letônia

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Raio X da Seleção Sub19 - Parte 1: A formação

Seleção Sub17 em março de 2009 - Fase inicial de treinos em Teresópolis.
A seleção Sub19 foi uma das que mais despertou a atenção do público nos últimos tempos. Sendo assim, nada melhor do que lembrar como foi formada essa equipe.

Cristiano "Felino": sem vaga  no time em 2007.
Essa geração, com jogadores nascidos entre os anos de 1992 e 1993, começou a disputar torneios internacionais pela CBB no ano de 2007, no Sul-Americano de Cadetes de Posadas Misiones, Argentina. No entanto, a categoria cadete envolvia também jogadores nascidos a partir de 1991, razão pela qual o primeiro torneio oficial disputado pela geração puramente 1992/93 acabou sendo o Sul-Americano Sub17 de 2009. Depois, veio a Copa América 2010 e, finalmente, o Mundial Sub19, na Letônia.


Somando os 3 momentos em que foi reunida, incluindo pré-convocações, a geração 1992/93 foi trabalhada com um total de 34 jogadores. Aqui, já vale um destaque: com exceção do caçula Leonardo Meindl, levado à Letônia em virtude da séria lesão sofrida pelo armador Ícaro Parisotto, todos os jogadores que disputaram o Mundial 2011 já constavam na lista de 25 jogadores da pré-convocação de 2009. Significa que, ao menos em tese, não houve qualquer grande revelação na geração neste período de 2 anos.

É uma situação que chega a chocar, pois o período entre 17 e 19 anos é exatamente aquele em que a formação atlética do jovem costuma se consolidar. Ademais, durante 2 anos de aprendizado, muita coisa pode mudar na capacidade técnica dos jogadores.

Lucas "Bebê" treina em 2009 para o Sul-Americano 2007.
Mesmo uma análise intrínseca do grupo já é suficiente para demonstrar as mudanças naturais ocorridas neste período. Por exemplo, no Sul-Americano Sub17 de 2009, o grande cestinha da seleção brasileira, com enorme folga, foi Felipe Taddei (14,3 pontos por jogo), enquanto que em 2011, o ala vem sendo apenas o 7o maior pontuador da equipe no Mundial (6,4 pontos por jogo). Lucas Nogueira, por sua vez, há 2 anos se destacava quase somente pelo tamanho, enquanto que hoje é uma das maiores estrelas do time.

Mas, afinal, de onde a CBB e suas comissões técnicas colheram esses 34 jogadores?

Bem, de acordo com o site da confederação, 21 clubes brasileiros cederam jogadores para essa espécie de peneira que durou 3 temporadas, culminando com o Mundial da Letônia. Contudo, apenas 7 instituições cederam 2 ou mais atletas. Portanto, pelo menos em relação à geração 1992/93, apenas Fluminense (3), Franca (3), Minas (2), Palmeiras (3), Paulistano (3), Pinheiros (3) e Uberlândia (2) podem se gabar de terem sido grandes formadores.


Raulzinho na Liga das Américas 2008/09.
Lamentavelmente, apenas 8 dos 27 estados brasileiros contaram com representantes nesta classe de 34 jogadores: Bahia (1), Goiás (2), Minas Gerais (6), Pernambuco (1), Rio de Janeiro (4), Rio Grande do Sul (5), Santa Catarina (2) e São Paulo (13). Cá entre nós, é uma seleção paulista, com contribuição de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

Não pode passar em branco que Flamengo e Brasília, responsável por todos os títulos nacionais adultos de 2007 a 2011, não formaram um jogador sequer na geração em análise, o que é lamentável.

Portanto, apesar de ter resultado num time capaz de encantar a todos e com talentos realmente especiais, a geração 1992/93 não deixa de ser uma ilustração perfeita do quão diminuto é o basquete no Brasil. Toda uma geração da nossa modalidade foi formada por pouco mais de meia dúzia de instituições, com garotos de 4 ou 5 estados. Vamos ficar sempre rezando por uma boa fornada?



Confira abaixo a relação dos jogadores que serviram a seleção brasileira na geração 1992/93, de acordo com as informações do site da CBB. Destacado na cor azul, os 12 integrantes da seleção que disputa o Mundial 2011 na Letônia.

Nome - Posição - Idade na 1a convocação - Altura na 1a convocação - Clube na 1a convocação - Estado onde foi federado
Alexandre Paranhos – Ala – 19 anos – 2,03m – Pinheiros (SP) – SP 
Aloam Oliveira – Ala/Armador – 17 anos – 1,85m – Fluminense (RJ) – RJ
Arthur José Casimiro – Pivô – 17 anos – 2,05m – Grêmio Náutico União (RS) – RS
Bruno Irigoyen – Ala/Armador – 17 anos – 1,90m – Minas Tênis Clube (MG) – RS
Chandler Iury Chaves – Ala – 16 anos – 2,00m – Uberlândia Tênis Clube (MG) – GO
Cristiano Felício – Pivô – 16 anos – 2,06m – Jacareí (SP) – MG
Davi Rosseto de Oliveira – Armador – 16 anos – 1,80m – Pinheiros (SP) – SP
Diego Costa – Pivô – 16 anos – 1,95m – Paulistano (SP) – SP
Durval Cunha – Ala/Armador – 17 anos – 1,99m – Ginástico (MG) – MG 
Erik Camilo – Pivô – 17 anos – 2,03m – Fluminense (RJ) – RJ
Felipe Taddei – Ala/Armador – 17 anos – 1,92m – Franca Basquete (SP) – SP
Felipe Vezaro – Ala/Armador – 17 anos – 1,90m – Joinville Esporte Clube (SC) – SC 
Gabriel Aguirre – Ala – 15 anos – 2,00m – Palmeiras (SP) - SP
Gemerson Barbosa – ala/pivô – 17 anos – 2,00m – São Sebastião do Paraíso (MG) - BA 
Gustavo de Paula – Armador – 14 anos – 1,80m – Palmeiras (SP) - SP
Henrique Coelho – Armador – 18 anos – 1,82m – Palmeiras (SP) – MG 
Henrique Hernandez – Ala/Armador – 17anos – 1,93m – Conti/Amea/Assis (SP) – SP
Icaro Parisotto – Armador – 16 anos – 1,81m – Ubirajá (RS) – RS
Igor Dias – Pivô – 15 anos – 2,01m – Espanha – RS
Lauro Gonçalves – Pivô – 17anos – 2,09m – Náutico Capibaribe (PE) – PE
Leonardo Meindl – Ala – 17 anos – 2,00m – Franca (SP) – SP 
Logan Silveira – Ala/Pivô – 17 anos – 2,02m – Associação Limeirense (SP) – SP
Lucas Amarante Nogueira – Ala/Pivô – 16 anos – 2,10m – Clube Central (RJ) – RJ
Lucas Mariano – Pivô – 17 anos – 2,07m – Franca (SP) – GO 
Lucas Ronchi – Ala – 17 anos – 1,98m – Paulistano (SP) – SP
Luciano Starling – escolta – 18 anos – 1,92m – Olympico A.C (MG) - MG 
Luis Otávio Vieira – Armador – 18 anos – 1,97m – Fluminense (RJ) – RJ 
Luiz Henrique dos Santos – Ala/Pivô – 16 anos – 1,94m – APAB/Blumenau (SC) – SC
Matheus Rafael Raschen – escolta – 18 anos – 1,92m – Colégio Mauá (RS) – RS 
Olintho Silva – Ala – 16 anos – 2,00m – Uberlândia Tênis Clube (MG) – MG
Rafael Luz – Armador – 15 anos – 1,82m – A.E. Jundiaiense (SP) - SP
Raul Togni Neto Jr. – Armador – 15 anos – 1,78m – Minas Tênis Clube (MG) – MG
Victor Correia – Armador – 15 anos – 1,78m – Paulistano (SP) – SP
Vitor Pinto e Silva – Ala/Armador – 17 anos – 1,90m – Pinheiros (SP) – SP



Fotos: CBB.